Sinterklaas
Hoje vou-vos contar uma estória que provavelmente não conhecem. Todos nós nos referimos ao Pai Natal como se ele fosse um homem gordo de barbas brancas que se desloca num trenó, que se veste de vermelho e possui um saco com prendas pelas costas. E com razão. As palavras que se seguem podem ferir a susceptibilidade de alguns leitores e o texto que se segue pode ainda conter a palavra 'mamilo' escrita mais que uma vez.
Eu, Pai Natal
O Pai Natal nasceu na Ásia Menor, no século IV, e era um bispo cristão de Myra. Sei que este conjunto de afirmações choca muita gente, nomeadamente o próprio Pai Natal. Reza a lenda que este dava prendas aos pobres e dinheiro às famílias das mulheres para estas poderem casar (por causa do dote) e para não terem de se tornar prostitutas para ganhar a vida. Há historiadores que pensam que foi ao contrário. Mamilo.
Ainda hoje na Holanda, Alemanha e Bélgica ele é desenhado nas suas vestes cristãs, com a barba icónica a cair-lhe sobre o peito. Mamilo. Mamilo. O São Nicolau, ou Pai Natal, é o santo que protege os marinheiros. Portanto, podem-se perguntar «Onde estava o Pai Natal quando os portugueses estavam em África a imaginar gigantes marinhos (Adamastor) e sereias?». Ora, estava morto há muitos séculos. Numa viagem que o jovem Nicolau fez de Myra (cidade onde nasceu) até Alexandria, houve uma terrível tempestade e, segundo a lenda, Nicolau salvou a vida a um marinheiro. Myra fica onde é a actual Turquia e lá existe uma Igreja do século VI em honra de São Nicolau. Dizem que também lá existem muitos turcos, por isso deve ser um local interessante para visitar. Mamilo.
No século XVII mercadores holandeses levaram uma versão do Pai Natal ligeiramente diferente para os incrédulos Nova Iorquinos. Em 1823 o poeta americano Moore contou essa versão que, segundo o poeta, o Pai Natal era um duende. Thomas Nast, um ilustrador, contou uma versão em que o Pai Natal era um homem gordo de bochechas rechonchudas e tinha a sua oficina no Pólo Norte, oficina onde trabalhavam duendes. O Pai Natal manteria também uma lista com os nomes das crianças que tinham feito coisas boas e más. Este Pai Natal distribuiria ainda presentes pelas árvores de Natal e, para isso, tinha de entrar pela chaminé e deslocar-se por meio de um trenó puxado por renas. O Pai Natal não achou piada nenhuma a isto porque teve que passar a trabalhar mais horas semanais.
Uma vez que as renas não eram capazes de viver no Pólo Norte, Markus Rautio, um locutor de rádio finlandês revelou ao mundo o segredo em 1927: o Pai Natal vivia afinal na Lapónia! As renas em todo o mundo chamaram 'maricas' ao locutor e acrescentarem que 'ele é que não era capaz de viver no Pólo Norte'. Na década de 30 surgiu um anúncio da Coca-Cola que iria fazer nascer Rudolfo, a rena do nariz vermelho. Mamilo. Hoje em dia o Pai Natal continua a exercer a sua profissão na Lapónia, embora o Rudolfo já se tenha reformado devido a desacatos com duas outras renas. Afinal, para surpresa do leitor que permanece de boca aberta expectante, o Pai Natal existiu!
BOM NATAL!
Eu, Pai Natal
O Pai Natal nasceu na Ásia Menor, no século IV, e era um bispo cristão de Myra. Sei que este conjunto de afirmações choca muita gente, nomeadamente o próprio Pai Natal. Reza a lenda que este dava prendas aos pobres e dinheiro às famílias das mulheres para estas poderem casar (por causa do dote) e para não terem de se tornar prostitutas para ganhar a vida. Há historiadores que pensam que foi ao contrário. Mamilo.
Ainda hoje na Holanda, Alemanha e Bélgica ele é desenhado nas suas vestes cristãs, com a barba icónica a cair-lhe sobre o peito. Mamilo. Mamilo. O São Nicolau, ou Pai Natal, é o santo que protege os marinheiros. Portanto, podem-se perguntar «Onde estava o Pai Natal quando os portugueses estavam em África a imaginar gigantes marinhos (Adamastor) e sereias?». Ora, estava morto há muitos séculos. Numa viagem que o jovem Nicolau fez de Myra (cidade onde nasceu) até Alexandria, houve uma terrível tempestade e, segundo a lenda, Nicolau salvou a vida a um marinheiro. Myra fica onde é a actual Turquia e lá existe uma Igreja do século VI em honra de São Nicolau. Dizem que também lá existem muitos turcos, por isso deve ser um local interessante para visitar. Mamilo.
No século XVII mercadores holandeses levaram uma versão do Pai Natal ligeiramente diferente para os incrédulos Nova Iorquinos. Em 1823 o poeta americano Moore contou essa versão que, segundo o poeta, o Pai Natal era um duende. Thomas Nast, um ilustrador, contou uma versão em que o Pai Natal era um homem gordo de bochechas rechonchudas e tinha a sua oficina no Pólo Norte, oficina onde trabalhavam duendes. O Pai Natal manteria também uma lista com os nomes das crianças que tinham feito coisas boas e más. Este Pai Natal distribuiria ainda presentes pelas árvores de Natal e, para isso, tinha de entrar pela chaminé e deslocar-se por meio de um trenó puxado por renas. O Pai Natal não achou piada nenhuma a isto porque teve que passar a trabalhar mais horas semanais.
Uma vez que as renas não eram capazes de viver no Pólo Norte, Markus Rautio, um locutor de rádio finlandês revelou ao mundo o segredo em 1927: o Pai Natal vivia afinal na Lapónia! As renas em todo o mundo chamaram 'maricas' ao locutor e acrescentarem que 'ele é que não era capaz de viver no Pólo Norte'. Na década de 30 surgiu um anúncio da Coca-Cola que iria fazer nascer Rudolfo, a rena do nariz vermelho. Mamilo. Hoje em dia o Pai Natal continua a exercer a sua profissão na Lapónia, embora o Rudolfo já se tenha reformado devido a desacatos com duas outras renas. Afinal, para surpresa do leitor que permanece de boca aberta expectante, o Pai Natal existiu!
BOM NATAL!


1 Comments:
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